terça-feira, 23 de julho de 2013

O coqueiro se desenvolve bem em locais com boa distribuição de chuvas no ano, onde predomina clima quente e alta luminosidade

João Mathias
Fotos: Oswaldo Maricato/Ed.Globo; Ernesto de Souza; Amilton Vieira/Ed.Globo


A imagem de coqueiros balançando ao vento é quase um sinônimo de litoral nordestino. Não por acaso, é nessa região de clima escaldante durante quase o ano todo que se encontra a maior parte das plantações do Brasil. Nos últimos anos, no entanto, vem ocorrendo um deslocamento das áreas tradicionais de cultivo para outras partes do país. Produtores do Sudeste e Centro-Oeste estão explorando a cultura do coqueiro-anão irrigado, para a produção de água de coco.No mundo, os coqueiros são cultivados em sua maioria por pequenos agricultores da Ásia, África, América Latina e Pacífico. O coqueiro-gigante, que atinge 18 metros de altura, está no Brasil desde o século 16, enquanto o anão, que bate nos dez metros de altura, chegou por aqui nos anos 20 do século passado.
Além da sombra, a árvore oferece uma fruta bastante apreciada e com diferentes finalidades. Do coco aproveita-se a água, que é bastante saudável pela riqueza de sais minerais. Já sua polpa é utilizada pela indústria para a fabricação de leite de coco e de coco ralado, ingrediente para a elaboração de chocolates, biscoitos, iogurtes e sorvetes, entre outros alimentos. A fibra extraída da casca é usada em estofamentos de veículos, enchimento de colchões, tapeçaria e na confecção de pincéis.
Apesar do leque de opções, a decisão do agricultor para começar a atividade deve levar em conta a demanda do mercado. Como a produção ocorre, pelo menos, depois de três anos, é importante avaliar se as características locais são ideais para o desenvolvimento do fruto.
Fonte:http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1208229-4529,00.html

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